As técnicas atuais de carbonização demandam um prazo de secagem das toras no pátio, que é, em média, de 100 dias.
A tecnologia DPC, com o controle das atmosferas de processamento, permite o enfornamento da madeira recém-cortada, elimina a necessidade da área de pátio destinada à secagem e viabiliza a produção mesmo nos meses de chuva.
O reator fornece o produto final em aproximadamente 60 horas, onde, mais uma vez, a tecnologia DPC se mostra coerente com a sua modernidade.
Mas, não só o custo financeiro e operacional desse estoque devem ser levados em conta. No pátio, a árvore, que era um ser vivo, está em processo de decomposição. Ela não está perdendo só água. Microorganismos estão se alimentado dela.
Há uma perda de massa seca
antes da carbonização propriamente dita,
e essa perda não é levada em consideração
no cálculo do rendimento gravimétrico dos
fornos de alvenaria. Parte dessa perda é transformada
em metano, causador do efeito estufa ( ) ,
com intensidade 21
vezes maior do que o gás carbônico.
A tecnologia DPC revoluciona pela amplitude e minúcia do estudo feito. Por considerar cada variável envolvida no processo, assim como a sua interação com tudo que o envolve. |